Recentemente foram lançados 2 livros do Mark Driscoll aqui no Brasil. 
Reformissão - Como Levar a Mensagem Sem Comprometer o Conteúdo
Hoje em dia, o campo missionário começa, exatamente, na nossa porta.
Se a população dos EUA que não freqüenta igreja formasse outro país, este seria a 11ª mais populosa nação do mundo.Tragicamente, a maioria dos nossos métodos de abordagem para alcançar estas pessoas não têm funcionado. Mas, o que poderia funcionar? Nada menos do que uma mudança radical na maneira como compartilhamos o Evangelho, com homens e mulheres, dentro de nossa cultura pós-cristã – o que Mark Driscoll chama de “reformissão”.
“A essência da reformissão está em fazermos uma clara distinção entre o Evangelho, a cultura e a igreja”, afirma Driscoll. Com humor e sinceridade, ele revela o que isto significa em termos práticos e objetivos. As suas pressuposições serão desafiadas e sua zona de conforto dilatada. Porque, para pregar o Evangelho para o mundo todo é preciso que você, verdadeiramente, se dirija ao mundo, para compartilhar a mensagem sem comprometer o conteúdo, e isto requer coragem, humildade, uma base bíblica sólida e um compromisso de amar aquilo que Deus ama - pessoas e não tradições.
Se hoje, você se sente mais convencido do que nunca de que este mundo louco e adoecido pelo pecado necessita de um Salvador, então você tem que ler este livro. A Reformissão lhe mostrará como amar ao Senhor através do imutável Evangelho e como amar seu vizinho numa cultura em constante mudança.
Confissões de um Pastor da Reformissão
Esta é a história do nascimento e desenvolvimento da inovadora Mars Hill de Seattle, uma das igrejas que mais cresce na América, em um dos campos missionários mais difíceis do país. Também é a história do amadurecimento de um pastor, dos erros que cometeu ao longo do caminho e da obra e graça de Deus em sua vida apesar destes erros.
A igreja emergente missional de Mark Driscoll atravessou um caminho de pedras desde seu início, até ser uma igreja frequentada por milhares de jovens semanalmente. Com um humor contagiante, humildade e candura, Driscoll relata os erros, frustrações e a pura loucura de tentar construir uma igreja fiel ao Evangelho de Cristo dentro de uma cultura altamente pós-cristã e ao faze-lo, não teme alfinetar algumas vacas sagradas das igrejas tradicionais, contemporâneas e emergentes.
Cada capítulo discute, além das duras lições aprendidas, princípios e práticas que funcionaram e que podem ser aplicados ao ministério qualquer que seja o tamanho de sua igreja. Para isso, o livro traz também questões para discussão e um apêndice com outros recursos.
Os livros podem ser comprados Aqui
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PESQUISE EM NOSSOS POSTS
Mark Driscoll e a Reformissão
JURAMENTO
“Quando um homem faz um juramento, …, ele está colocando todo o seu ser em suas próprias mãos. Como água. Se ele abre os dedos, pode perder toda a esperança de encontrar a si mesmo novamente.”
R. Paul Stevens | A Espiritualidade na Prática
O MUNDO PODE SER MELHOR

Este é um trecho do livro Ortodoxia Generosa de Brian McLaren. Leia e reflita se vc tem feito do mundo um lugar melhor.
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Um dia [minha filha] Emma viu uma mulher caminhando em nossa direção coberta por um véu e perguntou o inevitável, “o que é isso, mamãe?”
“Emma”, eu respondi, “aquela senhora é muçulmana de um lugar bem distante. E ela se veste assim – e cobre sua cabeça com um véu – porque ama a Deus. É como seu povo mostra seu amor por Deus”.
Minha filha considerou aquelas palavras. Ficou olhando atentamente a mulher que passou por nós. Ela apontou para a mulher, e então apontou para o meu cabelo, e mais adiante questionou, “mamãe, você ama a Deus?”
“Sim querida”. Eu ri. “Eu amo. Você e eu somos cristãs. Senhoras cristãs mostram seu amor por Deus indo à igreja, comendo pão e vinho, servindo aos pobres, e dando aos que têm necessidade. Não vestimos véus, mas amamos a Deus”. Depois disso, Emma aproveitou cada oportunidade para apontar para as mulheres muçulmanas durante nossas compras e me dizer, “mamãe, olhe, ela ama a Deus.” Um dia, estávamos saindo do carro na garagem na mesma hora que nossas vizinhas paquistanesas. Emma viu a mãe, usando um lindo véu, apontou para ela e gritou, “olha, mamãe, ela ama a Deus!”
Minha vizinha ficou surpresa. Eu disse a ela que havia ensinado Emma sobre as senhoras muçulmanas que amam a Deus. Enquanto segurava suas lágrimas, essa pessoa quase estranha me abraçou dizendo, “eu gostaria que todos os americanos ensinassem seus filhos assim. O mundo seria melhor. O mundo seria melhor.”
Amém
Doug
O PEIXE E O MACACO

Qual vai ser a editora que vai trazer? O livro lançando em 2009 escrito pelo Dave Gibbons.
O Macaco e o Peixe mostra as mudanças profundas e os eventos que ocorrem no mundo de hoje, que claramente mudou, devido à globalização, multiculturalismo e cada vez nos mais dependentes de tecnologia, e introduz uma abordagem original para o ministério, igreja e liderança sobre algo que no Brasil ainda está chegando a Terceira Cultura. O título do livro refere-se a uma parábola oriental que vai mostrar pressupostos fundamentais do movimento evangélico, incluindo interpretações errôneas que tornaram a igreja cada vez mais irrelevantes.
Craig Groeschel, é pastor da LifeChurch.tv e escreveu um pequeno textozinho sobre esse livro.
Será que podemos realmente fazer a diferença na cultura de hoje? O Peixe e o Macaco do Dave Gibbons inspira seguidores de Cristo a sairem da bolha quebrar a caixa da conformidade. Sua escrita desafia e mostra apaixonadamente oportunidades de amar o povo de Deus de uma forma inovadora.
“Num canto do Brasil viviam um macaco e um peixinho. O macaco era conhecido por sua extrema bondade e por gostar de ajudar os outros animais daquela mata. Naquela floresta tropical nunca fazia frio, tudo era tranqüilo e o macaco passeava de galho em galho, procurando alguém para ajudar. Um dia, aproximou-se de um rio e como não sabia nadar ficou observando maravilhado as suas águas claras. Viu então um pequeno peixe, que passeava em busca de alimento, sem se preocupar com a sua presença. O macaco ficou então muito preocupado achando que o peixe estava com frio e poderia morrer afogado naquele rio imenso. Resolveu ajudar o pobre peixinho. Arriscando-se em cima de um tronco que flutuava, conseguiu agarrar o peixe em seu passeio. Sentiu então que ele estava gelado e pensou no frio que o coitado sempre teria passado, sem que ninguém o ajudasse. Isso o deixou ainda mais satisfeito com a sua boa ação. Depois da operação salvamento, o macaco ainda não estava contente. Acreditava que poderia ajudar muito mais o pobre peixinho. Decidiu, então, levá-lo para casa e esquentá-lo com seus pelos. Na manhã seguinte, ao acordar, viu que o peixinho estava morto. Ficou triste, mas não se preocupou demais, pois sabia que tinha tentado de tudo para ajudar o amigo. Consolou-se mais, quando concluiu que o peixinho só poderia Ter morrido devido a um resfriado que tinha contraído durante o tempo vivido na água, sem receber a ajuda de ninguém.”
“Um macaco passeava-se à beira de um rio, quando viu um peixe dentro da água. Como não conhecia aquele animal, pensou que estava a afogar-se. Conseguiu apanhá-lo e ficou muito contente quando o viu aos pulos, preso nos seus dedos, achando que aqueles saltos eram sinais de uma grande alegria por ter sido salvo. Pouco depois, quando o peixe parou de se mexer e o macaco percebeu que estava morto, comentou – que pena eu não ter chegado mais cedo!”
via Jota
Cartas a Malcolm | C.S. Lewis
A Editora Vida acabou de lançar o livro “Oração: cartas a Malcolm”, o último livro de C. S. Lewis.
Cartas a Malcolm de C. S. Lewis é uma abordagem franca e honesta sobre a oração. Publicação póstuma, ainda assim permaneceu na lista dos mais vendidos por muito tempo.
Cartas a Malcolm é um livro belamente concretizado e profundamente emocionante que trata dos temores e das fraquezas do homem.
Em forma de cartas afetuosas e descontraídas a um amigo muito chegado, C. S. Lewis medita em várias questões relativas ao diálogo íntimo entre homem e Deus. Pondera sobre aspectos práticos e metafóricos da oração. Indaga sobre nossa real necessidade de falar com Deus e sobre a forma ideal de oração. Busca saber qual dos nossos muitos eus mostramos a Deus enquanto oramos. E muito mais. A carta final contém pensamentos instigantes sobre “cristãos liberais”, alma e ressurreição.
C. S. LEWIS (1898-1963) foi um dos gigantes entre os intelectuais do século XX, tornou-se um dos mais influentes escritores cristãos e ganhou renome internacional por um conjunto impressionante de obras. Foi professor de Literatura Inglesa na Universidade de Oxford e de Inglês Medieval e Renascentista na Universidade de Cambridge. Sua literatura continua atraindo milhares de novos leitores anualmente, como o provam os grandes sucessos As crônicas de Nárnia e Cristianismo puro e simples.
Entre suas obras mais conhecidas, destacam-se A anatomia de uma dor, Cartas a uma senhora americana, Milagres, O grande abismo, O problema do sofrimento e O peso de glória; sobre o autor: O mais relutante dos convertidos (biografia) e Pedagogia cristã na obra de C. S. Lewis; todas publicadas por Editora Vida.
Clive Staples Lewis (29/11/1898 – 22/11/1963), mais conhecido como C. S. Lewis, nasceu em Belfast, na atual Irlanda do Norte, mas residiu grande parte de sua vida na Inglaterra. Triplamente condecorado “Primeiro” em Oxford, foi instrutor no Magdalen College de 1925-1954. Em 1954, tornou-se Professor de Literatura Medieval e Renascentista em Cambridge. Foi um palestrante de renome que exerceu influência profunda e duradoura em seus alunos.
Durante muitos anos, C. S. Lewis foi ateu e descreveu sua conversão, dada em 1931, como uma experiência que o ajudou a entender não somente a apatia mas também a relutância ativa de aceitar a religião. Como autor cristão, era dotado de uma mente excepcionalmente lógica e brilhante e um estilo vivo e lúcido. O problema do sofrimento, Cartas de um diabo a seu aprendiz e Cristianismo puro e simples são apenas alguns de seus best-sellers. Sua contribuição em gêneros variados — crítica literária, literatura infantil, ficção e teologia — trouxeram-lhe notoriedade e prestígio.
Mais de 200 milhões de cópias já foram vendidos de seus livros, os quais foram traduzidos para mais de 30 idiomas.
O preço sugerido é R$ 19,90 no site da Editora Vida, clicando aqui.
Meus dias no Oficina G3 | LUCIANO MANGA | Lançamento
Dia 13.8 acontece o lançamento do Livro do Manga na Saraiva Mega Store em Sampa.
Nas palavras do Manga:
O meu desejo ao escrever esse livro é de compartilhar momentos que foram extremamente significativos para mim e relatar momentos que marcaram a história da música gospel no Brasil. Como um dos fundadores do Oficina G-3 relato o meu envolvimento com a banda e como Deus nos usou para comunicar o evangelho através da música e principalmente através de um estilo musical que na visão de alguns é algo que desaponta a Deus. Tento desmistificar esse preconceito, com depoimentos de pessoas que foram tocadas e transformadas pelo poder do evangelho, pois é o evangelho que transforma a vida das pessoas e simplesmente foi utilizada uma ferramenta, que se chama música, para que essa mensagem pudesse ser transmitida. Espero que esse livro ajude pessoas a serem menos preconceituosas e a viverem o que o Senhor Jesus nos ordenou, que é “Amar ao próximo como a nós mesmos”.
Espero também que a “next generation” veja o exemplo de uma geração que não ficou de braços cruzados, mas que com paixão, vida e compromisso levaram a mensagem do Reino de Deus e que na verdade ainda continuam.
Boa leitura!
Luciano Azevedo Kuhn (Manga) - pastor da Vineyard no Rio de Janeiro, faz parte da equipe da Vineyard Music, apresentador do programa Fábrica Som, pela TV Boas Novas (RJ), conferencista internacional e cantor. É casado com Cristina Kuhn (Pita) e pai do Kauê e Lucca.
Você pode comprar o Livro clicando Aqui.
Fonte: MK
NÃO GOSTO DE MUITOS CRISTÃOS

Eu amo Jesus. O que me deixa maluco são seus seguidores. Para ser sincero, não gosto de muitos cristãos. Note bem, eu não disse “alguns” cristãos; eu disse “muitos”. Não gosto deles — não gosto mesmo, nem um pouquinho. Por várias vezes, prefiro andar com gente doida, profana, incrédula e perdida do que com aqueles que se dizem cristãos, mas, na verdade, são fariseus de mente limitada e metidos a críticos.
Tenho um amigo que é pastor de uma grande igreja. Certa vez, durante uma entrevista, ele disse ao repórter que orava seis horas por dia. O jornalista, muito impressionado, perguntou por que ele orava tanto tempo. O pastor respondeu, com toda franqueza: “Minha igreja é muito grande, e odeio muitas pessoas que fazem parte de-la. Preciso orar seis horas por dia para que Deus me ajude a amá-las”.
Gostaria de amar todos os cristãos, mas não consigo. E vou enumerar algumas razões pelas quais isso acontece.
Não gosto de muitos cristãos pela capacidade que possuem de ser terrivelmente críticos. Eles assumem aquela pose do tipo sou-mais-santo-que-você e se consideram melhores do que todo mundo. Brigam e discutem pelos motivos mais ridículos.
• “Você está lendo a versão errada da Bíblia.”
• “O estilo de louvor de sua igreja é sem graça.”
• “O ensino sobre o Antigo Testamento é insuficiente.”
• “Por que não prega mais sermões expositivos?”
• “Sua igreja deveria realizar mais trabalhos evangelísticos.”
• “Você é por demais evangelista, devia se preocupar mais com o discipulado.”
Esses especialistas em igreja costumam ser os mesmos que não sabem dizer o nome do vizinho não-cristão. Aaaarghhh! Fico doen-te com esse tipo de gente. E quando o tema da conversa ultrapassa as questões da igreja, a coisa é ainda pior:
• “Evangélicos só devem assistir a filmes cristãos, que não são violentos.” (Adorei ver a cara dessas pessoas quando A paixão de Cristo, de Mel Gibson, foi lançado.)
• “Quem ouve música do mundo vai para o inferno.”
• “Cristão não faz tatuagem.”
• “Os Teletubbies são coisa do Diabo.”
• “Cristão de verdade não vai à Disney.”
Não consigo imaginar Jesus escrevendo frases como essas no chão.
Outro tipo que faz meu estômago revirar é aquele pregador fu-rioso: “Se você não se converter, vai queimar no inferno, pecador!”. Por experiência, posso dizer que os pregadores nervosinhos em geral pecam tanto quanto (ou mais do que) as pessoas a quem costumam pregar.
Se o que você leu até agora ainda não é suficiente para convencê-lo, ainda há mais: certos cristãos são muito esquisitos. É só dar uma olhada nos programas evangélicos exibidos na televisão. Alguns deles complicam muito o meu trabalho. Em tese, remo no mesmo barco, mas confesso que fico tentado a fazer piada das muitas bobagens que vejo.
Não é de admirar que não-cristãos assistam a esses programas só para rir. Sei que há muitos ministérios cristãos sérios que ocupam espaços na grade de horários da televisão, e dou o maior apoio. Mas, sejamos sinceros, existe muita coisa bastante bizarra para ver.
Se você se sente ofendido com o que acabou de ler, peço que coloque a mão na consciência e seja franco: já reparou no jeito que muitos televangelistas se vestem? Junte-se a isso a maquiagem forte e o cabelo cheio de laquê das mulheres desses pastores-apresentadores. Parece até um cafetão acompanhado de uma perua — é possível até que um cafetão e uma perua de verdade se vistam e se maquiem melhor.
Isso sem falar no grande engodo que é o discurso antibíblico: “Deus quer que seus filhos sejam ricos, por isso posso andar por aí em carros de luxo”. Para completar, eles ainda pregam no melhor estilo vou-pegar-seu-dinheiro, finalizando todas as falas com aquele “amém?” constrangedor. “Jesus ressuscitou dentre os mortos, amém? E ele está pronto para perdoar seus pecados, amém? Clame pelo Senhor agora, amém?”. Isso me embrulha o estômago, amém?
O que é isso?
O pior de tudo, porém, é o potencial de certos evangélicos à hipocrisia mais nojenta. São capazes de dizer uma coisa e fazer outra completamente diferente. Isso não apenas macula o nome de Jesus, como também fornece mais munição para esse mundo incrédulo usar contra o corpo de Cristo. É como o sujeito que procurou certo pastor protestante e perguntou:
— Pastor, será que o senhor faria o funeral de meu cachorro?
— Não fazemos funerais de cachorros — o pastor respondeu.
— Que pena — disse o homem, aparentemente decepcionado, mas rindo por dentro. — Eu estava disposto a fazer uma oferta de 100 mil para a igreja. Pelo jeito, terei de procurar outra.
— Opa, espere um pouquinho — reagiu o pastor. — Por que você não disse antes que seu cachorro era protestante?
Essas são algumas das razões pelas quais não gosto de muitos cristãos. Para falar a verdade, muitos deles também não gostam de mim. Dizem que sou radical demais. Que minha teologia é rasa. Que sou bom mesmo é de marketing. E meu pecado imperdoável: sou pastor de uma “megaigreja” (o que, automaticamente, faz de mim um egocêntrico que só se preocupa com dinheiro).
Agora que meus motivos já estão expostos, podemos começar. Espero que cheguemos aonde Deus deseja: um lugar que, provavelmente, não é o que ocupo agora. De qualquer maneira, sinto-me melhor depois de desabafar. Obrigado pela atenção que me dispensou até agora.
O cristão de quem menos gosto
Se você acha que minha cisma é apenas com evangélicos de outras igrejas, está enganado. Quando olho para minha igreja, encontro muitas pessoas das quais também não gosto. Não tenho o menor interesse em saber o que querem e como vivem. Fico bastante perturbado com isso, doente mesmo.
Há um tipo de cristão que considero o pior de todos, disparado. É o que mais me aborrece. Tira meu sono. Embrulha meu estômago. O cristão que mais detesto… sou eu!
Não estou brincando. Detesto muitas coisas em mim. Detesto ser menos do que aquilo que Cristo deseja. Tenho nojo de mim quando digo coisas que não deveria e que são incoerentes com a Palavra de Deus.
Detesto quando, na condição de líder, tomo decisões que magoam as pessoas. Detesto quando minhas atitudes pecaminosas magoam os seguidores de Cristo e afugentam os não-cristãos. Detesto essas coisas que vejo em mim.
Livro: Confissões de um pastor - Craig Groeschek
Editora: Mundo Cristão 2009.
REPINTANDO A IGREJA | ROB BELL
Dica de Livro.
“Precisamos continuar reformando a maneira de definir a fé cristã, a maneira de vivê-la e explicá-la” — ROB BELL
Já parou para pensar que fazemos parte de uma corrente histórica e mundial de pessoas que crêem que Deus não nos abandonou, mas está envolvido em nossa história desde o início? Em Jesus, Deus habitou entre nós de maneira singular e poderosa, mostrando-nos um novo tipo de vida. Uma nova perspectiva sobre o mundo em que vivemos.
Como parte dessa tradição, Rob Bell expressa a necessidade que temos de “continuar pintando, continuar reformando” a história da igreja e da cristandade. Não apenas produzindo mudanças plásticas e superficiais, como melhor iluminação e música, mas reafirmando convicções acerca de Deus, de Jesus, da Bíblia, da salvação e do futuro.
O leitor é convidado a ver o quadro da Igreja cristã que cada pessoa, em seu tempo e espaço, está pintando. Ainda há mais pela frente! Ainda não terminamos de pintar este quadro! Como fizeram os primeiros cristãos, também devemos buscar o entendimento do alto para esta nossa realidade: “pareceu bem ao Espírito Santo e a nós”!
ROB BELL é pastor da Mars Hill Bible Church, uma das igrejas que mais crescem nos Estados Unidos. É graduado pelo Wheaton College e pelo Fuller Theological Seminary, em Pasadena, Califórnia. Ele e a esposa, Kristen, têm dois filhos e moram em Grand Rapids, Michigan.
A venda no site da Editora Vida.
Mto bom.