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AVALIANDO MINHA IGREJA


AVALIANDO MINHA IGREJA: Sintomas da religião abusiva de acordo com Jesus em Mateus 23

Este exercício foi feito à partir das observações do Pr Ken Blue em “Abuso Espiritual”. Ele tem como finalidade nos dar uma luz sobre a qualidade de vida que estamos recebendo e usufruindo em nossa Comunidade local.


Pelo menos uma vez a cada seis meses, faço este teste! Ele é bastante simples e rápido. Só não prometo que seja indolor:

Enumere as questões abaixo de 0 à 5; sendo zero o problema inexistente e cinco o auge no seu parecer.

1. Meu pastor baseia sua autoridade espiritual na sua posição ou cargo e não no serviço que presta ao grupo?

2. Seu estilo de liderança é autoritário?

3. Meu pastor diz uma coisa e faz outra? Suas palavras e ações não batem?

4. Ele me manipula, fazendo-me sentir culpado por não ter uma vida espiritual satisfatória?

5. Ele coloca cargas pesadas sobre mim e não faz o mínimo para aliviar estas cargas? (A gente sabe que está em uma igreja abusiva quando as cargas se tornam cada vez mais pesadas).

6. A grande preocupação de meu pastor é fazer parecer que tudo vai bem?

7. Meu pastor faz tudo para manter uma boa aparência e sufoca quaisquer críticas que possam dar a entender que ele não vá bem?

8. Ele procura títulos honrosos que o coloque acima do grupo, promovendo um sistema de classes que o mantenha lá em cima?

9. Suas comunicações não são diretas?

10. Seu discurso se torna especialmente vago e confuso quando está se defendendo?

11. Ele valoriza questões mínimas em detrimento das questões realmente importantes? (Têm consciência de minúcias religiosas mas negligenciam a agenda mais ampla que Deus deu à sua igreja?)


Ao Senhor, toda a glória.

CRISTIANISMO DE FRANQUIA - versão JOÃO ALEXANDRE


É Proibido Pensar
João Alexandre


Procuro alguém pra resolver meu problema

Pois não consigo me encaixar neste esquema

São sempre variações do mesmo tema

Mera repetições


A extravagâncias vem de todos os lados

e faz chover profetas apaixonados

Morrendo em pé rompendo a fé dos cansados

Com suas canções


Estar de bem com vida é muito mais que renascer

Deus já me deu sua palavra

e é por ela que ainda guio o meu viver


Reconstruindo o que Jesus derrubou

Re-costurando o véu que a cruz já rasgou

Ressuscitando a lei pisando na graça

Negociando com Deus


No show da fé milagre é tão natural

Que até pregar com a mesma voz é normal

Nesse evangeliquez universal

Se apossando do céus


Estão distantes do trono,caçadores de Deus

Ao som de um shofar

e mais um hino importado dita as regras

Pra nos escravizar.


é proibido pensar

APRENDENDO ADORAÇÃO COM OS ANIMAIS DOMÉSTICOS

Esta semana encontrei entre tantos livros, um que me acompanhou muito tempo a cerca de uns quatro anos atrás. Uma obra de Bob Sjogren & Gerald Robison: A teologia do cachorro e do gato.


Gostei muito de le-lo! Além de uma leitura agradável e prática, é um livro objetivo. A proposta dos autores é de reavaliarmos nosso relacionamento com o Senhor e, fazendo isso, vivermos apaixonadamente para a glória de Deus.

Como não poderia ser diferente, o enrredo se passa através da vida dos animais domésticos mais comuns em nossos lares: o cão e o gato. Uma comparação sagaz e oportuna do comportamento humano e o deles. Com esses amiguinhos inseparáveis para muitos de nós podemos aprender a louvar o Pai!

O gato é meio que auto-suficiente! Você o chama e muitas vezes ele o esnoba. Não vem, não corresponde, não se envolve. Gato esta geralmente desconfiado. Não se aproxima com facilidade... Gatos se apegam muito mais a coisas e lugares do que a pessoas.

Já o cão quando você o chama ele vem rebolando e abanando a cauda. Lambe, baba, pula. Cães se apegam a pessoas, não a coisas ou lugares.

Diz os autores: "Caso eles pensassem, diria que a linha de raciocínio de cada um para o relacionamento conosco seria o seguinte":

O CÃO:
“Ele me alimenta”
“Ele me dá água”
“Ele cuida de mim”
“Ele cuida da minhas necessidades”
“ELE DEVE SER DEUS!”

O GATO:
“Ele me alimenta”
“Ele me dá água”
“Ele cuida de mim”
“Ele cuida da minhas necessidades”
“EU DEVO SER DEUS!”

Como pastor de uma comunidade local, tenho pedido a Deus muito mais ovelhas cães! Tenho sonhado em viver numa comunidade que seja a maior cachorrada!

O mundo competitivo que vivemos, dentro e fora de nossas igrejas, tem forjado muito mais gatos do que cães. O que ainda não percebemos, é que logo ali na frente, a maior das vítimas seremos nós mesmos...

Ao Senhor toda honra!

milton paulo
um cão, provavelmente dos mais vira-latas.

CONTINUO CANSADO!


Cansei de ser evangélico II
Mateus 12. 15 – 21

Há muita gente doente pela religião. Gente que está nos púlpitos e gente que está nos bancos. Por força do ministério a mim confiado e de circunstâncias diversas, encontro pessoas assim o tempo todo.

Gente que em “nome de Jesus”, faz declarações absurdas. Declarações falsas. Declarações humanas. Declarações mentirosas. Palavras que trazem morte e não vida.

“Eis que te digo...” ou “O Senhor está te dizendo...”; que levam pessoas a tomar decisões que afetarão toda a vida! Decisões sem volta.

Se de um lado isso é oportunismo e abuso religioso, por outro o mercado é ávido e vasto! As pessoas querem isso. Procuram por igrejas assim!

Por isso, hoje em dia, você dizer a alguém que é “evangélico” ou “crente” não significa nada!

Crente hoje não diz quase nada de relevante. Evangélico é o tipo de gente que se enclausura. Encastela. Cria guetos. Cria vocabulário próprio. Faz coisas que Jesus nunca faria. Diz coisas que Jesus nunca diria. Preocupa-se com entretenimento religioso.

Um verdadeiro mercado com demanda e procura!

Por isso... Continuo cansado. Cansado desse evangelho diluído. Cansado deste “ser evangélico” patético e insípido.

E mesmo cansado, sonho com o dia que a igreja descubra o seu Senhor de fato e de direito. Discirna o caráter de Deus. Descubra quem é Jesus. E re-defina o seu papel missiológico.

Mesmo cansado, sonho com este dia porque Jesus é um paradoxo!

Ele não aprovaria o que nós aprovamos hoje. Ele acolhe o que a religião abandona. Ele acolhe o que chora, o solitário, o adultero, o embriagado, o drogado. Enfim, gente marginalizada, inclusive por nós!

Hoje temos igrejas sem alma. Sem vida. Sem alegria. Sem sensibilidade. Sem expressão. Irmãos com dom de apagar lamparina do outro (Lc 17.13).

O Senhor nos chama para levantarmos e viver!
O Senhor nos chama para amarmos o que ele mais amou!
O Senhor continua chamando para o caminho estreito do discipulado e do serviço.

A Jesus Cristo toda autoridade
Ao Espírito Santo toda liberdade
A Deus, o Pai, toda glória.

CRISTIANISMO DE FRANQUIA




MUSICA DE DEUS


“As ovelhas ouvem a sua voz...
E as ovelhas o seguem,
Porque conhecem a sua voz”.
João 10. 3, 4


A vida anda agitada. Muito agitada... Vivemos dias corridos, complicados, atribulados. Em nossas agendas esprememos horários e compromissos. Com isso, não encontramos tempo pra ouvirmos a música de Deus. Não encontramos tempo pra que ele nos tenha. Isso acontece comigo e com você.

Pense um pouco: Quanto tempo faz que você deixou que Deus o tivesse bem junto de si? Realmente ter você. Um tempo ininterrupto e não diluído de você, sua atenção, sua dedicação total, sua devoção?

Como não temos tempo pra que Deus nos tenha, também não encontramos tempo pra ouvirmos sua voz, sua música. Acho que em alguns momentos não conseguimos se quer identificar sua música, como a ovelha identifica a voz de seu pastor...

Quando uso termo música de Deus, quero dizer o sentir e compreender o doce nome, acima de todo nome capaz de transformar corações.

Quando me refiro a música de Deus, quero dizer o som suave e terno de amor, capaz de nos salvar, socorrer, corrigir.

Quando me refiro a música de Deus, quero dizer a doce melodia que traz paz em meio a tempestade. O nosso porto seguro em dias nublados, sem sol e sem luz.

A música está tocando...

Permita que Deus o tenha bem junto de Si, permita que Ele o ame, e nas palavras de Max Lucado:
“Não fique surpreso se o seu coração começar a ouvir uma música nunca antes ouvida e se os seus pés aprenderem a dançar como nunca dantes!”.

Ouça a música e entregue-se...

miltonpaulo

AMIGOS SACERDOTES

"Cristo não fundou sua Igreja para ter uma nação de juízes, mas para ter uma nação de sacerdotes. E o sacerdote é, antes de tudo, um amigo. Ninguém pode ser sacerdote se, antes, não for amigo. É lamentável ver hoje que muitos que se chamam (ou são chamados) de 'sacerdotes' são tudo, menos, amigos"

Trecho de Amigos, amigos; nada à parte, texto de Ariovaldo Ramos em seu novo site.

UM DIA DE CADA VEZ



“Deus, o Senhor sabe que eu não tenho nenhuma vontade agora de permitir que o Senhor transforme minha vida. Não tenho vontade nem mesmo de ter vontade. Mas tem alguma coisa bem no fundo de meu ser que está dizendo “sim” ao Senhor. Então, se o Senhor quiser, toma esse pequeno “sim” e faz com ele o que for da sua vontade. Isso é tudo que tenho para oferecer ao Senhor hoje”.


Encontrei esta oração folheando um livro nas prateleiras da Márcia esta semana (Existe uma Esperança – Nancy – Editora Textus. 2002).

A autora assina só “Nancy” e é, na melhor das hipóteses, uma cristã comum. Comum como eu ou você, tentando amar o Pai e encontrar forças para viver as intempéries da vida.

A oração dela me impressionou pela simplicidade, pela sinceridade e pela transparência na luta da peregrinação cristã comum a todos nós. Aliás, uma oração que várias vezes já brotou em meu coração e no seu coração no decorrer da caminhada cristã.

Deixei de acreditar – há muito tempo – numa vida cristã sem lutas e provações. E admito que há coisas na vida que demoram a ser vencidas e transformadas.

A oração de Nancy me lembrou ainda que a vida é vivida um dia de cada vez. Não dá para viver por pacotes...

Pelo caminho, um dia de cada vez,

milton paulo

Eu também não te condeno


Pode procurar que você não vai achar.
Não importa aonde vá, estou absolutamente convencido de que há duas coisas que você nunca vai achar. Você pode correr o mundo e o tempo, e tenho certeza que jamais conseguirá achar alguém que não se envergonhe de algo em seu passado. Para qualquer lugar que você vá, lá estarão elas, as pessoas que gostariam de apagar um momento, uma fase, um ato, uma palavra, um mínimo pensamento.
Todo mundo tenta disfarçar, e certamente há aqueles que conseguem viver longos períodos sem o tormento da lembrança. Mas mesmo estes, quando menos esperam são assombrados pela memória de um ato de covardia, um gesto de pura maldade, um desejo mórbido, um abuso calculado, enfim, algo que jamais deveriam ter feito, e que na verdade, gostariam de banir de suas histórias ou, pelo menos, de suas recordações.
Isso é uma péssima notícia para a humanidade, mas uma ótima notícia para você: você não está sozinho, você não está sozinha. Inclusive as pessoas que olham em sua direção com aquela empáfia moral e sugerem cinicamente que você é um ser humano de segunda ou terceira categoria, carregam uma página borrada em sua biografia, grampeada pela sua arrogância e selada pelo medo do escândalo, da rejeição e da condenação no tribunal onde a justiça jamais é vencida. Você não está sozinho. Você não está sozinha. Não importa o que tenha feito ou deixado de fazer, e do que se arrependa no seu passado, saiba que isso faz de você uma pessoa igual a todas as outras: a condição humana implica a necessidade da vergonha.
A segunda coisa que você nunca vai encontrar é um pecado original. Não tenha dúvidas, o mal que você fez ou deixou de fazer está presente em milhares e milhares de sagas pessoais. Não existe algo que você tenha feito ou deixado de fazer que faça de você uma pessoa singular no banco dos réus – ao seu lado estão incontáveis réus respondendo pelo mesmíssimo crime. Talvez você diga, “é verdade, todos têm do que se envergonhar, mas o que eu fiz não se compara ao que qualquer outra pessoa possa ter feito”. Engano seu. O que você fez ou deixou de fazer não apenas se compara, como também é replicado com absoluta exatidão na experiência de milhares e milhares de outras pessoas.
Isso significa que você jamais está sozinho, jamais está sozinha, na fila da confissão.
Talvez por estas razões, a Bíblia Sagrada diz que devemos confessar nossas culpas uns aos outros: os humanos não nos irmanamos nas virtudes, mas na vergonha.
Este é o caminho de saída do labirinto da culpa e da condenação: quando todos sussurrarmos uns aos outros “eu não te condeno”, ouviremos a sentença do Justo Juiz: “ninguém te condenou? Eu também não te condeno”.É isso, ou o jogo bruto de sermos julgados com a medida com que julgamos. A justiça do único justo reveste os que têm do que se envergonhar quando os que têm do que se envergonhar desistem de ser justos.

por Ed René Kivitz

retirado de http://www.galilea.com.br/

“Para sobreviver no futuro, você deve tornar-se um viciado em novidades. Abandone o passado e construa as oportunidades com base na imaginação”
(Gary Hame).

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